Diretor da Casa do Agro defende que o pescado entre na cesta básica do amapaense

Lançamento do projeto de Comercialização do Peixe Popular, da Pescap | Foto: Márcia do Carmo

Cleber Barbosa, da Redação

 

O presidente da Associação dos Criadores do Amapá (ACRIAP), o empresário Jesus Pontes, representou a Casa do Agro em evento realizado nesta segunda-feira (26) para o lançamento do projeto “Peixe Popular”, que comercializa peixes a preço popular, e que será realizado pela primeira vez em nove municípios do Amapá durante a Semana Santa. Em seu pronunciamento, o dirigente defendeu que o pescado seja incluído também na cesta básica do amapaense que recentemente ganhou do Governo do Estado uma política de incentivos fiscais.

O programa estadual coordenado pela PESCAP, prevê que o quilo do pescado deva ser vendido por preço popular, nas cidades de Porto Grande, Pedra Branca do Amapari, Serra do Navio, Laranjal do Jarí, Vitória do Jarí Itaubal e Tartarugalzinho.

A previsão é de que cinco toneladas de pescado sejam vendidas em cada cidade, ressaltou o diretor da Pescap, Edson Franças, no período de 27 a 30 de março. A ação também será realizada em Macapá e Santana que fica há 17 quilômetros da capital.

A proposta surgiu da necessidade de evidenciar a cadeia produtiva do pescado do Amapá, dando destaque ao desenvolvimento econômico e estimulando a venda nessas regiões.

 

Fortelecimento

Jesus Pontes, presidente da Acriap, no evento da Agência de Pesca do Amapá

Falando ao Portal do Agro, Jesus Pontes disse que sugeriu a adoção de medidas que visem fortalecimento da iniciativa privada da cadeia produtiva do pescado, que precisa ser ainda mais valorizada. “Daí nossa sugestão para levar esse segmento para a Câmara Setorial de Produção de Alimentos, um colegiado multissetorial composto por instituições públicas e privadas ligadas ao desenvolvimento socioeconômico, onde poderemos por exemplo debater uma pauta fiscal também para o setor do pescado”, disse ele.

Por fim, Jesus Pontes acrescentou que vai levar outra sugestão para a adoção de medidas de incentivo, como a inclusão e fomento do setor do pescado nas compras governamentais, principalmente para o setor de alimentação escolar.

 

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