Nova ferrovia para escoar grãos do Centro-Oeste projeta o Amapá no mercado internacional

A rota denominada Arco Norte inclui o Amapá entre as possibilidades para exportações

Alternativa considerada mais viável para o escoamento da produção agrícola de Mato Grosso, o corredor rumo aos portos do Arco Norte deve ter um reforço nos próximos anos. Uma ferrovia paralela à BR-163 é vista como solução para consolidar a rota para os terminais de carga de Miritituba (PA).

 

Chamada tecnicamente de EF-170, a linha, que está apenas em estudos, recebeu um nome bem sugestivo de sua finalidade: Ferrogrão. “Faz frente à expansão da fronteira agrícola e à demanda por uma infraestrutura integrada”, justifica o Ministério dos Transportes no informe sobre o projeto.

 

A ferrovia deve ter 1.142 quilômetros de extensão, ligando Lucas do Rio Verde (MT) a Itaituba (PA). São estimados investimentos de R$ 12,6 bilhões, que incluem desde a desapropriação de áreas, passando pelas compensações ambientais, até o assentamento dos trilhos e a operação dos trens no transporte de cargas.

No Amapá, muita gente acredita que vai sobrar demanda a ser atendida por terminais como o de Santana.

Mapa com a nova rota para escoar produção de grãos do Centro-Oeste

 

Reportagem: POR RAPHAEL SALOMÃO – GLOBO RURAL

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